SEMPRE FALO DO QUE GOSTO, HOJE VOU FALAR DO QUE NÃO GOSTO...
(TIRO O CHAPÉU PARA OS CATADORES DE LIXO,O QUE SERIA DE NÓS SEM ELES)..EU NÃO GOSTO NÃO SUPORTO TER QUE GUARDAR COISA VELHA,SEM USO,GUARDAR POR GUARDAR PARA VER SE UM DIA VAI PRECISAR,OS ANOS VÃO PASSANDO AS COISAS VÃO SE ACUMULANDO PORQUE QUEM SABE UM DIA VAI PRECISAR...NÃO, MIL VEZES NÃO, NÃO SUPORTO.
ADORO UMA BOA CONVERSA ,MAIS ODEIO, ODEIO... FOFOCA, AQUELA QUE VOCÊ FALA DO OUTRO SEM A PRESENÇA DELE, AQUELA FOFOQUINHA QUE NÃO TERMINA... ODEIO...
VAMPIROS QUE CHUPAM A SUA ALEGRIA PESSOAS QUE SE IRRITAM COM AS SUAS BOAS VIBRAÇÕES,QUE TEM SEMPRE UM COMENTÁRIO NEGATIVO PARA TIRAR SUA ALEGRIA,SUGAR SUA ENERGIA...
QUERER COMER UMA COISA E NÃO TER NA HORA...
TOMAR BANHO MUITO GELADO...
ASSISTIR PROGRAMA DE TELEVISÃO QUE FALA SÓ DE COISAS NEGATIVAS E SEM CONTEÚDO...
NOVELA TODO DIA...
PRATO E PANELA SUJA NA PIA...
CATINGA,FEDOR,MAL CHEIRO...(CHEIRO DE CIGARRO)
CARTEIRA VAZIA...
VÍRUS E VIROSE NO PC E NA GENTE...
TOMAR REMÉDIO,IR PARA MÉDICO...
CARRO QUEBRADO...
DISCUSSÃO DE FUTEBOL,RELIGIÃO E POLÍTICA...
TODOS OS TIPOS DE PRECONCEITO...
QUEM OLHA DE BAIXO PARA CIMA...
UFA...
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Alicerce
Alanis Morissette
Olhe para nós quebrando nossos laços nesta cozinha
Olhe para nós organizando as nossas defesas
Olhe para nós fazendo guerra em nosso quarto
Olhe para nós fugindo de nossas conversas
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
Olhe para nós formando nossas facções em caixas de areia
Olhe para nós crianças minúsculas com nossos corações selados
Olhe para nós ignorando os nossos defeitos
Olhe para a ditadura na minha própria barreira
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
Porque disperdicei minha energia precipitadamente
Quando a luz la fora vem da raiz
Preste atenção nas sementes das razões mais simples
Essa base, quando formada, começa na nossa sala de estar
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
Alanis Morissette
Olhe para nós quebrando nossos laços nesta cozinha
Olhe para nós organizando as nossas defesas
Olhe para nós fazendo guerra em nosso quarto
Olhe para nós fugindo de nossas conversas
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
Olhe para nós formando nossas facções em caixas de areia
Olhe para nós crianças minúsculas com nossos corações selados
Olhe para nós ignorando os nossos defeitos
Olhe para a ditadura na minha própria barreira
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
Porque disperdicei minha energia precipitadamente
Quando a luz la fora vem da raiz
Preste atenção nas sementes das razões mais simples
Essa base, quando formada, começa na nossa sala de estar
Não existe diferença no que estamos fazendo aqui
Isto não se mostra como maiores sintomas la de fora
Então pra que perder tempo escondendo o que somos
Quando nos temos a grande chave para a causa bem aqui, nosso alicerce
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou para a classe:
- Está cheio?
Unanimemente responderam:
- Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
O professor então pegou uma lata de areia e começou a derramar dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou:
- Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim!
O professor então mandou buscar uma jarra d'água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer" dentro mais coisas!
- Não, respondeu o professor.
- O ponto é o seguinte: a menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar dentro. As pedras grandes são as coisas mais importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.
- Está cheio?
Unanimemente responderam:
- Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!
O professor então pegou uma lata de areia e começou a derramar dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou:
- Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim!
O professor então mandou buscar uma jarra d'água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer" dentro mais coisas!
- Não, respondeu o professor.
- O ponto é o seguinte: a menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar dentro. As pedras grandes são as coisas mais importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.
sábado, 12 de julho de 2008
ANIVERSÁRIO DE MURILINHO...
UMA AVÓ DIZEM,É UMA MÃE COM ACÚCAR.UM AVÔ É UM PAI COM DOCE DE LEITE,E EU DIGO UM NETO É UM ANJO VINDO DO CÉU NUMA NUVEM DE ALGODÃO DOCE...
domingo, 6 de julho de 2008
MODO DE FALAR...
A história dos dois videntes Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou- lhe quanto tempo ainda lhe restava viver.
- Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos.
Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça!
Desesperado, chamou um segundo vidente. - Quanto tempo viverei? - perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva.
- Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos.
Agradecido, o sultão mandou recompensa-lo com ouro e prata.
Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:
- Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por que?
- Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.
- Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos.
Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça!
Desesperado, chamou um segundo vidente. - Quanto tempo viverei? - perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva.
- Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos.
Agradecido, o sultão mandou recompensa-lo com ouro e prata.
Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:
- Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por que?
- Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos. Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou seis milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo" - E ela responde: "Eu também não, meu filho". Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguaçu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio,não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não sente-se e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano,dessas pessoas que vivem a dizer: Eu não disse!, Eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço; e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso".
Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguaçu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio,não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não sente-se e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano,dessas pessoas que vivem a dizer: Eu não disse!, Eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço; e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso".
segunda-feira, 30 de junho de 2008
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